quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Desencarne em Brumadinho

Sobre o desencarne coletivo em Brumadinho

Agora a pouco enquanto eu meditava, abriu em minha tela mental a imagem de Brumadinho e começou um trabalho intenso no local junto aos meus mentores. Logo em seguida,recebi outra mensagem da minha Mentora.

"Estamos em um trabalho intenso junto àquelas pessoas que desencarnaram em Brumadinho. São milhares de espíritos benevolentes unidos em uma corrente de amor ajudando no resgate de almas e também no resgate dos corpos. Juntos conseguimos mais, juntos damos força ao pessoal em Terra que também sofrem com tamanha tragédia. Estamos o tempo todo ao lado dos bombeiros, dos socorristas colocando nossa Luz para que os olhos deles enxerguem além e vejam o que devem ver. Estamos colocando Luz também nos familiares que agonizam a dor da perda de seu ente querido. Não queremos que vejam este desencarne coletivo com pena, com dó daqueles que se foram! Claro que há comoção, mas eles necessitam neste momento que os vejam como missionários da Luz, como heróis! Sim, heróis que vieram com o compromisso de desencarnarem juntos e mostrar ao Brasil e ao mundo que algo precisa mudar. Essa "tragédia" irá mostras que os valores precisam ser revistos, o que antes era uma prioridade para as empresas como o lucro e os valores financeiros arrecadados, serão revistos e soarão muito mal àquelas empresas que insistirem em colocar o dinheiro em primeiro lugar! Tudo estava acordado com aquelas almas que desencarnaram! Todas estavam preparadas este dia! Ainda existem muitos perdidos no local, mas aos poucos todos estão sendo reorientados e lembrados do seu compromisso com o progresso da humanidade através do seu desencarne.
Pedimos que não chorem, não sintam dó ou pena. Apenas olhem para eles como heróis que nesse momento estão recebendo todo o conforto que merecem após o seu desencarne. Orem pelos familiares! Que se faça chegar esta mensagem até eles, pois de alguma forma isso os confortará!
Ah não esqueçam de nós! Também precisamos de luz e Amor emanado ao local, isso facilita o nosso trabalho. Aqueles que se sentirem preparados imaginem um rio de cor violeta passando pelo local, são as águas da limpeza tão necessária àquele ambiente. Tudo voltará a ser como antes, a mãe Terra e a humanidade farão com que aquela região volte a florescer novamente.
Todos estão aprendendo com esta tragédia, todos! Cada um envolvido aprendeu ou aprenderá algo!
Lembrem-se do não julgamento aos filhos que de alguma forma tem responsabilidade pelo acontecido. Eles são filhos de Deus! Cabe a Justiça da Terra julgá-los! Para eles enviem luz, calma  amor, sabedoria e discernimento. Existem pessoas e familiares desses homens que também sofrem neste momento! Por isso compaixão é o sentimento mais nobre que vocês podem transmitir a eles! Não esqueçam compaixão por todos!
Fiquem com Deus!
Não se deixem enganar pelas emoções! Olhem além, olhem seus amados irmãos como heróis, como missionários da Luz!"

Eu sou Iemedara!

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Jair vai cair?

Está repercutindo nas redes sociais coluna do jornalista Luis Nassif, dizendo ter certeza de que Jair Bolsonaro vai cair e será substituído por Hamilton Mourão, com apoio do empresariado.
É só uma questão de tempo, Nassif sustenta.
A opinião é polêmica. Mas revela o tamanho do desgaste do presidente Bolsonaro.
Aliás, o próprio Carlos Bolsonaro insinua nas entrelinhas que Mourão torceria pela morte do pai na cirurgia,

Trecho da coluna:
Durante a transição, Mourão se tornou o interlocutor preferencial dos empresários pelo fato de ser dos poucos focos de racionalidade dentro do governo.

Teve o bom senso de desqualificar as maluquices de Bolsonaro com a tal missão militar norte-americana, com as pretensões lunáticas do chanceler de invadir a Venezuela. Ou a intenção de mudar a embaixada de Israel para Jerusalém.

Após o anúncio da desistência do deputado Jean Willys de assumir o mandato, devido às ameaças recebidas, proclamou que a ameaça a um deputado é atentado contra a própria democracia.

Imediatamente ganhou status de presidenciável junto aos setores mais racionais.

Mas, ao mesmo tempo, foi o interino que assinou um decreto que, na prática, acaba com a Lei da Transparência. O decreto faculta a qualquer funcionário comissionado (isto é, indicado pelo governante de plantão) decretar sigilo para informações requeridas. Hoje em dia, a responsabilidade pelos dados é de Ministros. Estendendo a todos os comissionados, ficará fácil o jogo das gavetas, esconder informações com a censura sendo diluída por vários responsáveis.

Alegou que pretendia apenas desburocratizar. E que a responsabilidade final seria do Ministros. Aventou-se também a hipótese de que eram demandas antigas do Itamaraty e das Forças Armadas. Nenhuma desculpa convincente e todas elas sem respaldo no texto do decreto.

Ao mesmo tempo, surge a proposta do Banco Central de afastar o monitoramento, pela COAF, de parentes de políticos. Mais uma vez, desculpas inverossímeis, de que a medida visava adaptar o país a práticas internacionais contra corrupção. Ora, os parentes são os candidatos naturais a laranjas dos corruptos.

Essas medidas foram anunciadas depois do escândalo Flávio Bolsonaro, passando a suspeita de que Mourão poderia estar se envolvendo para além da prudência na blindagem do primeiro filho de Jair.

Em outros tempos, Mourão já fez críticas duras ao Supremo, chamou o torturador Brilhante Ustra de herói, defendeu o auto-golpe.

Será quase inevitável a substituição de Bolsonaro por Mourão em um ponto qualquer do futuro. Enquanto, em público, Bolsonaro parece um lagarto assustado, Mourão é senhor de si.

A dúvida que fica é sobre a natureza de um eventual governo Mourão.

Do ponto de vista de mercado, significaria dar chão firme para as formulações econômicas de Paulo Guedes. No plano internacional, significaria tirar o país do centro da galhofa mundial. Mas não se espere nenhum compromisso mais aprofundado com valores democráticos.

domingo, 27 de janeiro de 2019

Mourão assume presidência

#GraçasAdeusOdiaboMeLibertou

Está repercutindo nas redes sociais coluna do jornalista Luis Nassif, dizendo ter certeza de que Jair Bolsonaro vai cair e será substituído por Hamilton Mourão, com apoio do empresariado.
É só uma questão de tempo, Nassif sustenta.
A opinião é polêmica. Mas revela o tamanho do desgaste do presidente Bolsonaro.
Aliás, o próprio Carlos Bolsonaro insinua nas entrelinhas que Mourão torceria pela morte do pai na cirurgia,

Trecho da coluna:
Durante a transição, Mourão se tornou o interlocutor preferencial dos empresários pelo fato de ser dos poucos focos de racionalidade dentro do governo.

Teve o bom senso de desqualificar as maluquices de Bolsonaro com a tal missão militar norte-americana, com as pretensões lunáticas do chanceler de invadir a Venezuela. Ou a intenção de mudar a embaixada de Israel para Jerusalém.

Após o anúncio da desistência do deputado Jean Willys de assumir o mandato, devido às ameaças recebidas, proclamou que a ameaça a um deputado é atentado contra a própria democracia.

Imediatamente ganhou status de presidenciável junto aos setores mais racionais.

Mas, ao mesmo tempo, foi o interino que assinou um decreto que, na prática, acaba com a Lei da Transparência. O decreto faculta a qualquer funcionário comissionado (isto é, indicado pelo governante de plantão) decretar sigilo para informações requeridas. Hoje em dia, a responsabilidade pelos dados é de Ministros. Estendendo a todos os comissionados, ficará fácil o jogo das gavetas, esconder informações com a censura sendo diluída por vários responsáveis.

Alegou que pretendia apenas desburocratizar. E que a responsabilidade final seria do Ministros. Aventou-se também a hipótese de que eram demandas antigas do Itamaraty e das Forças Armadas. Nenhuma desculpa convincente e todas elas sem respaldo no texto do decreto.

Ao mesmo tempo, surge a proposta do Banco Central de afastar o monitoramento, pela COAF, de parentes de políticos. Mais uma vez, desculpas inverossímeis, de que a medida visava adaptar o país a práticas internacionais contra corrupção. Ora, os parentes são os candidatos naturais a laranjas dos corruptos.

Essas medidas foram anunciadas depois do escândalo Flávio Bolsonaro, passando a suspeita de que Mourão poderia estar se envolvendo para além da prudência na blindagem do primeiro filho de Jair.

Em outros tempos, Mourão já fez críticas duras ao Supremo, chamou o torturador Brilhante Ustra de herói, defendeu o auto-golpe.

Será quase inevitável a substituição de Bolsonaro por Mourão em um ponto qualquer do futuro. Enquanto, em público, Bolsonaro parece um lagarto assustado, Mourão é senhor de si.

A dúvida que fica é sobre a natureza de um eventual governo Mourão.

Do ponto de vista de mercado, significaria dar chão firme para as formulações econômicas de Paulo Guedes. No plano internacional, significaria tirar o país do centro da galhofa mundial. Mas não se espere nenhum compromisso mais aprofundado com valores democráticos.

Gilberto Dimenstein

#PraCaComEsseNegocio

Vale, barragem

Bandido bom é bandido de empresa privada que pratica crime ambiental e não vai preso e que ainda por cima tem como aliado um presidente que defende flexibilização de legislação ambiental

"Em qualquer país sério agentes públicos responsáveis e os executivos da empresa estariam presos. No mínimo a companhia já deveria ter pago multas bilionárias, o que não ocorreu. Aqui os envolvidos posam como se uma tragédia anterior não tivesse ocorrido", escreve Francisco Câmpera

https://brasil.elpais.com/brasil/2019/01/27/opinion/1548547908_087976.html

#NãoToFalando

sábado, 26 de janeiro de 2019

Ameaça de Jean Willys

Sobre 'ameaça de morte'

#MorteAosPoliticosCorruptosDoBrasil

Devido as ações equívocadas sobre a criminalinalidade nas duas últimas décadas, acentuadas nos últimos dez anos, todos os brasileiros, principalmente os moradores das capitais estão sob 'ameaça de morte', o número exagerado e descontrolado de homicídios mostram essa ameaça.

Um parlamentar, como o deputado Jean Wilys, usar esse pretexto 'ameaça de morte' para renunciar ao mandato e fugir do país é falso, mentiroso e covarde por dois motivos, o primeiro que como parlamentar goza de recursos financeiros (alto salários e verbas) e policiais (proteção privilegiada com seguranças), portanto é, no mínimo, contraditório. Segundo que, sendo um parlamentar que em seus dois mandatos foi extremamente agressivo e intimidador, sendo essa também uma contradição ao sair correndo na primeira "ameaça", e mais, expõe automaticamente à falsidade de sua atuação. Há mais um ponto, esse atesta sua covardia e mostra ser um engodo, pois sendo parlamentar (com autoridade e poderes) ao ser ameaçado deveria como agente público, usar de seus poderes para agir legal e oficialmente contra a ameaça, e não sair correndo, chorando, fugindo...

Tenho pra mim, e as evidências (fuga, seu substituto, péssimo desempenho parlamentar, esquizofrenia, eleição aos 16 minutos do segundo tempo da prorrogação, etc) apontam para uma farsa. A mesma farsa a qual a esquerda é craque. Mas quanto ao menino fujão, não causa surpresa aos mais atentos, essa encenação esfarrapada. O q causa estranheza, e isso sim é preocupante, é, diante da "ameaça" e fuga do parlamentar, a imprensa/mídia e muitos senhores da democracia alarmar uma gravidade, sendo que o grave é a covardia de um parlamentar agressivo inclusive, fugir na primeira latida em sua direção e, usarem um termo sério, exílio, para um político fujão sem nenhum elemento que possa, ao menos, endossar tal criação esquizofrênica.

Por outro lado, dados não oficiais, mostram que a encenação é na verdade, para escapar da Justiça que está a poucos metros de desvendar atuações suspeitas e criminosas. Seja como for, é um covarde, farsante... ou como diriam la na vila da minha boa infância um "bunda-mole" ou "peão no xadrez do mal" como diziam numa das confrarias de minha adolescência.

Em tempo, acrescentando: estão alarmando o absurdo de um parlamentar estar sendo ameaçado (por emails/redes sociais) e, ao mesmo tempo, muito grave foi um atentado real a um candidato a presidência, e que está muitas vezes mais ameaçado, e não houve/há tamanho mímimi, tb não houve fuga, ao contrário. Os grandes são grandes, os chorões são só chorões Só pra constar.

Odilon Gomes

#PraCaComEsseNegocio

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Privatização dos presídios

Doria diz que vai se inspirar no modelo dos EUA para privatizar presídios paulistas, mas ignora completamente os graves problemas que esse modelo já apresentou.

Em 2016, um dos últimos atos de Obama foi, justamente, editar uma norma para acabar com os presídios federais privados. Na época, esse modelo privatizado estava rodeado por denúncias de tortura e venda de sentenças por juízes para garantir o lucro das empresas que gerenciavam os presídios.

É o que acontece quando o Estado transforma presos em mercadoria. Quanto mais se prende, mais se lucra, pouco importando se isso irá contribuir ainda mais para que a criminalidade aumenta.

Em SP, onde anos de negligência do PSDB criaram a maior facção do país, a medida de privatizar presídios equivale a apagar incêndio com gasolina.

Precisamos de uma política de desencarceramento que pare de colocar no colo das facções jovens vulneráveis e sem perspectiva que tenham cometido pequenos delitos. Precisamos descriminalizar as drogas para quebrar o poder econômico das facções e tratar adequadamente desse que é um tema de saúde pública.

Mas Doria não está interessado em soluções. Doria está interessado em lucro....

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Zona franca de Manaus

Prossigo a série de artigos sobre o Polo Industrial de Manaus – PIM. Penso que o presidente haverá de enviar, em fevereiro, um leque de reformas estruturais para exame pelo Congresso Nacional. Aliás, ou age com esse sentido de urgência ou terminará não promovendo as mudanças de que carece nossa economia.
     Daí o interesse que tenho, como cidadão amazonense e prefeito de Manaus, em ver estabelecida a compreensão brasileira sobre o parque industrial que sustenta meus conterrâneos, colabora com o Brasil inteiro, gera empregos a granel em São Paulo e tem sido responsável pela manutenção da floresta em pé.
     Confesso que me entristece  saber que pessoas cultas, densas, preparadas, fecham os olhos para a região mais estratégica do Brasil e, seguramente, uma das mais estratégicas do planeta. Porque uma coisa é reconhecer que o PIM está em crise e enfraquecido, com certos polos ameaçados de cair em obsolescência; outra, bem diferente, é repudiar o modelo pura e simplesmente, como se incentivos fiscais tivessem sido inventados especialmente para Manaus. Como se desconhecessem que as principais fortunas deste país conhecem bastante bem os socorros que, não raro, lhes têm prestado os cofres públicos. Pensem num só grupo econômico tradicional paulista que não tenha crescido a peso de benesses oficiais. Basta que me digam um só. E olhem que me estou referindo apenas à possibilidade de “favores” legais. Não preciso ir mais longe do que isso.
     Confesso que me deprime notar que pessoas de currículos admiráveis não conseguem sentir que o futuro brasileiro passa necessariamente pela Amazônia: pela parceria que levaria a resultados sociais e econômicos formidáveis...ou pela atitude canhestra de misturar o joio e o trigo, como se fosse justo cortar, de hora para outra, todos os subsídios, os bons e os ruins, sem atrair consequências graves para o país. E olhem que não me refiro aos incentivos fiscais consagrados à Zona Franca de Manaus – ZFM - na Constituição de 1988. Refiro-me aos subsídios fúteis, com cheiro de negociata; aos descartáveis, por não resolverem problema algum e, obviamente, aos que cumprem papel justo e valioso.
     A ZFM, que cumpre o papel nobre de enfrentar a ânsia de desmatamento, sustenta a floresta viva, colabora com o povoamento das fronteiras, abre mão de explorar minérios valiosos que a natureza lhe presenteou...sem receber o reconhecimento nacional justo e sem receber recompensa econômica verdadeira de um mundo que precisa da nossa cobertura florestal para sobreviver. Que precisa da nossa água, que será talvez o bem mais precioso de todos, já na segunda metade deste século, escasso em todo lugar, farto e tão generoso aqui, já na segunda metade do século 21.
        Confio no que serão capazes de fazer os parlamentares da minha terra. Saberão articular saídas hábeis. Argumentarão com o peso de quem conhece a face verdadeira da moeda. Não se curvarão ao preconceito e nem a opiniões monótona e monoliticamente encrustadas em cérebros que temos o dever de alertar.
          Nosso dever é convencer... fazer o Brasil vencer ao nosso lado. A ZFM precisa de ajuda e não de algozes. De parcerias corajosas (prestem atenção à rica biodiversidade à disposição de quem for lúcido e ambicioso por um Brasil equânime). De reformas e investimentos em sua infraestrutura. De preparação efetiva (serve para o país todo) para a quarta revolução industrial.
        Creio no que ora afirmo. E anseio por um diálogo aberto, que não comece com um final cansado previamente definido.